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Uma brilhante definição:

     Maceió é uma cidade fácil.

     Primeiro, fácil de gostar, porque é bonita e doce, como uma dessas pessoas que se acha uma simpatia e se fica amigo logo.

     Segundo, é fácil de entender, porque é aberta e clara, alvejada pelo sol e arejada pelo vento, o contrário de tudo o que é mistério.

     Depois, porque é animada sem ser histérica.

     É o tipo de lugar onde se pode curtir a vida noturna com os vidros do carro abertos, sem medo de pivete, arrastão e outros pesadelos de cidade grande.
 
 Guia CULTURAL
GOGÓ DA EMA é um lindo poema.

      Gogó da Ema era um coqueiro deformado que lembrava o pesçoco de uma ema, e que tornou famosa a praia de Pajuçara.

      Jucá Santos, poeta alagoano, em 11 de novembro de 1959, escreveu sobre o Gogó da Ema dedicando o poema a Neilda Cavalcante, comparando-o com o personagem da literatura teatral, o deformado e triste Quasímodo.

      Infelizmente em 55, a fúria do mar derrubou nosso glorioso Gogó da Ema, mas sua imagem vive na lembrança dos alagoanos.
P A J U Ç A R A
Jucá Santos


Águas do mar inquieto,
debate-se nos velhos arrecifes.

Os coqueiros eretos,
de folhagens verdoengas
tangidas pela força do vento,
choram lágrimas de côco
pela morte do irmão "Quasímodo"

O que hoje existe,
é uma lembrança triste
do coqueiro ausente.

Gogó da Ema lembra tudo :
Amor...
Ternura...
Poesia...





A história infeliz de um amor proibido.
A desventura de Lúcia...
A tortura de Laura
e a desgraça de Clélia...

A música do vento,
e a eterna melodia da saudade !

O cheiro da maresia, é o perfume do mar.
Perfume que é uma evocação
de passados longínquos e enigmáticos.

Gogó da Ema não tem túmulo na praia.
Gogó da Ema tem um túmulo
em cada coração de poeta,
de pintor, de músico e amante.





No vazio da praia a sua efígie está presente
e suas folhas se embalam
ao perpassar do vento da tristeza.

Gogó da Ema lembra tudo...
A jangada que vai e a jangada que vem.
Velas brancas que inspiram o poema da fome.

Hoje, Gogó da Ema é uma evocação.
Lembra o sonho e o devaneio.
Gogó da Ema lembra tudo...
Gogó da Ema lembra - PAJUÇARA !

(Com respeito ao autor, eu, acrescento:
Gogó da Ema lembra MACEIÓ!!!)


MACEIÓ, CAPITAL LITERÁRIA DO BRASIL! MESMO?!?

      Macéio, capital literária nordestina.
      Você sabia que Maceió foi uma das capitais literárias do Modernismo.
      Confira o que escreveu o célebre jornalista Lêdo Ivo:
      Peguei esse texto interessantíssimo, no site da Academia Brasileira de Letras, com o www.google.com(site de busca) se acha tudo.

      "Como sou alagoano, não quis falar da participação de Alagoas, vamos dizer, no romance nordestino. Mas já que Oliveiros Litrento abriu o assunto, quero dizer o seguinte: que, sem Alagoas, não teria havido literatura nordestina, pela simples razão de que O Menino de Engenho foi escrito, em Maceió, por José Lins do Rego.
      Caetés, São Bernardo e Angústia, de Graciliano Ramos, foram escritos em Alagoas. Quando Graciliano Ramos veio para o Rio de Janeiro, de cabeça raspada, no navio, acusado de comunista, ele trazia esses três romances, que foram escritos em Maceió.
      O João Miguel de Rachel de Queiroz, também foi escrito em Maceió, na década de 30. Portanto, Maceió, mais ou menos de 1927 até 1933, de um certo modo, foi uma das capitais literárias do Brasil, sem embargo da grande posição exercida por Recife, que está aqui Marcos Vilaça vigilante, e eu não quero provocar nenhuma colisão.
      Realmente, é um negócio curioso, porque José Lins do Rego, Jorge de Lima, Graciliano Ramos e Rachel de Queiroz conviveram em Maceió, durante vários anos.
      Foi exatamente em decorrência da temporada alagoana, que José Lins do Rego teve uma filha alagoana, Maria Elizabeth, a Betinha. Não! é a embaixatriz Maria Cristina Lins do Rego Veras, aqui, que é exatamente a filha alagoana de José Lins do Rego.
      De modo que ele não apenas tem uma filha alagoana, como também possui um filho espiritual alagoano, que é o Riacho Doce. Esse romance é muito curioso, porque revela um dos problemas fundamentais do Brasil, que é o problema do petróleo. José Lins do Rego foi o primeiro romancista a abordar esse assunto, se o Brasil tinha ou não petróleo, com aquela história toda do sueco etc.
      Por conseguinte, a resposta que tenho a dar é que Alagoas assume muita importância na vida de José Lins do Rego; daí a amizade dele por Graciliano Ramos, que foi também evocada aqui."

por: Lêdo Ivo
 Guia de MONUMENTOS

Associação Comercial

De estilo neoclássico com fachada greco-romana. A associação chama atenção pela sua bela arquitetura. É, com certeza, o mais bonito e luxuoso prédio do bairro de Jaraguá. Foi inaugurado em 1923.


 


Assembléia Legislativa

O palacete da assembléia teve a sua primeira pedra fundamental lançada em 1850, em comemoração ao aniversário da Imperatriz do Brasil. Fica localizado no centro de Maceió.


 


Palácio Floriano Peixoto

O Palácio é a sede do governo alagoano, localizado no centro da cidade. Uma construção que iniciou-se em 1893 e foi inaugurada em 1902. É conhecido também como Palácio dos Martírios.


 

 Guia de IGREJAS

Catedral Metropolitana

Também
conhecida
com o
nome da
padroeira
de maceió:
Nossa
Senhora
dos
Prazeres
.
Foi lançada em 1821 a pedra fundamental para a construção da Igreja. O altar-mor foi fabricado em cedro, possui dois altares laterais, de São Sebastião e de São Miguel, além da bela obra do Santíssimo Sacramento.
Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
No início,
era
apenas
uma
capelinha
dedicada
ao Senhor
Bom Jesus
dos
Martírios
.
Construída em 1836, com formas geométricas puras e paredes externas revestidas com dois tipos de azulejos. Em 1864 foi dado o ponta-pé inicial para transformar a pequena capela, num suntuoso templo.

Igreja de São Gonçalo do Amarante
Essa
igreja
foi
resultado
de uma
adaptação
feita de
um paiol
de
pólvora.
Para ficar mais parecido a um templo religioso acrescentou-se ao local elementos da arquitetura religiosa.

Localizado no morro da Jacutinga.
 
Igreja de Nossa Senhora do Livramento
A igreja foi construída aos poucos. Começou como uma modesta capela coberta de palha.
No final do século XVIII, foi trasnformado num pequeno templo. Em 1870, o Capuchinho Frei Cataniceta incentivou o povo a colaborar na construção do atual templo, que só foi inaugurado em 1883.
 
Igreja do Nosso Senhor Bom Jesus dos Martírios
Começou como uma capela, reformada em 1864, só em 1880 foi acrescentada a cumeeira.
A benção solene foi ministrada em 1881. Sua construção demorou algumas décadas, por isso não se pode dizer que a igreja tem na sua arquitetura o estilo barroco ou o neoclássico, ela é considerada um templo de linhas ecléticas.
Igreja de Nossa Senhora Mãe do Povo
Foi a primeira igreja construída no bairro de Jaraguá, no início do século passado.
Era pequena, e modesta, feita em taipa e coberta de telhas, nesta época era localizada na frente do local onde hoje está construída a atual Matriz. Sua construção foi de 1888 o início dos anos 30 a Igreja foi inaugurada.
 Guia de TEATRO

Teatro Deodoro

O Teatro Deodoro, pelo seu caprichado aspecto arquitetônico, seu estilo neoclássico, com reflexos do barroco, é um dos mais bonitos do Brasil.

Sua construção foi iniciada 1905, finalizada em 1910 e no final do século passado foi reinaugurado.
 
Em cada um dos lados da fachada principal do prédio, encontra-se a seguinte inscrição em latim:

"Castigat Ridendo Moraes"
É sorrindo que se castigam os costumes.

"Ars Longa, Vita Brevis" A arte supera a vida..

 Guia de MUSEUS
Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore

Em 1914 sofreu diversas reformas, graças a dois artesãos portugueses que se encarregaram da decoração em gesso. O grande acervo de arte popular existente no museu foi doado pelo patrono Théo Brandão. É composto peças de vários países como: Espanha, Portugal, México, além de obras brasileiras constituem o acervo do museu.
 


 


Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas

Possui riquíssimo acervo: telas de pintores famosos, documentos históricos, objetos e peças pertencentes aos cultos afro-brasileiros do começo do século, utensílios indígenas, armas que pertenceram ao capitão Virgolino, o Lampião, móveis em variados estilos, etc. No museu encontra-se o mais completo acervo afro-brasileiro do país.


 


Museu Pierre Chalita

Acervo composto de imagens dos séculos XVII, XVII e XIX, em sua maioria nordestinas. Cerâmica, prataria, mobiliário, desenhos e pinturas brasileiras e estrangeiras. Prataria, mobiliário, desenhos e pinturas brasileiras e estrangeiras formam o acervo do Museu Pierre Chalita. Localizado em um antigo armazém, no bairro de JaraguáO acervo permanece em exposição para a visitação pública.


 


Museu do Esporte


O acervo é formado de fotografias do futebol alagoano, brasileiro e mundial, revistas, jornais, posters, discos, camisas, taças, medalhas e demais objetos que contam a história do futebol em Alagoas, no Brasil e no mundo. Museu feito para os amantes do futebol. E lá você pode assistir diversos vídeos com os melhores dribles e os melhores momentos do futebol no Estádio Rei Pelé.


 


Museu de Arte Brasileira (Fundação Pierre Chalita)

Reúne um acervo formado principalmente por pinturas de artistas nacionais, em sua maioria alagoanos, algumas esculturas e peças que preservam a memória das antigas projeções cinematográficas. O prédio faz parte do Conjunto Arquitetônico de Jaraguá, bairro tombado pelo Patrimônio Histórico de Alagoas. O museu funciona também como oficina de pintura.


 


Museu da Imagem e do Som de Alagoas

Em seu acervo encontra-se parte da memória maceioense, registrada em fotografias, fitas cassete e fitas de vídeo. É neste museu que se pode encontrar dados sobre os principais acontecimentos políticos, sociais e artistícos do Estado de Alagoas. O prédio que é representado por uma linda obra arquitetônica foi construído em 1869.
 


 

 Em Maceió venha passear com Qualidade, Conforto e Segurança.
 Faça já sua reserva: (82) 3231-0843 ou pelo e-mail: reservas@turismomaceio.com.br