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Uma brilhante definição:

     Maceió é uma cidade fácil.

     Primeiro, fácil de gostar, porque é bonita e doce, como uma dessas pessoas que se acha uma simpatia e se fica amigo logo.

     Segundo, é fácil de entender, porque é aberta e clara, alvejada pelo sol e arejada pelo vento, o contrário de tudo o que é mistério.

     Depois, porque é animada sem ser histérica.

     É o tipo de lugar onde se pode curtir a vida noturna com os vidros do carro abertos, sem medo de pivete, arrastão e outros pesadelos de cidade grande.
 
 Guia de DICAS
Em Maceió, você se diverte e come bem em duas bandas: a da Praia (Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca) e a do bairro do Jaraguá.

Se você acha que na praia os bares são rústicos, acertou. Mas espere para ver alguns quiosques que viraram restaurantes. Em Jatiúca, vale um pulinho na Rua dos Bares. Os lugares legais ficam numa quadra só.

Saiu dali, o ambiente ganha requintes e o negócio é cair nas pequenas pistas de barzinhos e nas danceterias no Jaraguá, que é o centro revitalizado.
Revitalização de JARAGUÁ, Imperdível !

Uma visita obrigatória no bairro de Jaraguá, a agitação é aqui.

      Sem dúvida, todo o CONJUNTO ARQUITETÔNICO DE JARAGUÁ é a principal atração.
      Belos sobrados e fachadas reconstituídas onde se sobressaem os prédios da Delegacia da Receita Federal, a sede da Associação Comercial, o Museu da Imagem e do Som de Alagoas, localizados na Praça Lavenere Machado, (antiga Dois Leões), construída no século XIX.

C a l e n d á r i o   Q U A N D O   V I A J A R ?

Janeiro e Fevereiro

      O mar fica com um verde intenso. Bom para quem gosta de tomar sol na praia, bem forte nesses meses. Mas os preços estão no auge, para desespero do seu bolso
      Em janeiro a cidade fica muito movimentada, por causa do período de férias, já no carnaval o pessoal local foge para outras praias e a capital de Alagoas fica bem mais tranquila, porque seu forte não é essa festa.

Março a Maio

      É a melhor época para conhecer Maceió! Achar um quarto em hotel ou pousada fica mais fácil, sem neura de reserva antecipada
      Os preços caem, lembrando que esta é a capital mais baratinha do Nordeste. De abril a maio, quando o tempo não fica nublado, venta um pouco. Mas não é isso que vai estragar seu passeio na cidade!

Junho a Agosto

      Oba! É barato! Mas tem um probleminha: pode chover e melar os passeios nas praias. São os dias abafados que fazem cair umas gotas. O melhor programa nesse período é pular fogueira em festas juninas animadas.
      Praias do centro lotadas no período da férias escolares, e tranquilas em junho e agosto
  Os hotéis estão sempre em promoção, consulte...


Setembro a Dezembro

      Em outubro o tempo vira e melhora. Mas infelizmente, o tarifário desperta do sono profundo e os preços começam a subir.
     Tem o Maceió Fest em Novembro, a micareta da cidade.
      No mês de dezembro, chegam também as chuvas rápidas (mas dura no máximo 5 minutos, é engraçado!) que com certeza não vão atrapalhar a sua visita.
 

8 coisas para aproveitar

   1.  Visitar as piscinas naturais de Pajuçara e de Maragogi.
   2.  Beber uma cerveja no calçadão da Ponta Verde.
   3.  Abusar de água de côco, que é a mais gostosa e barata do que água mineral.
   4.  Conhecer Barra de São Miguel e esticar até a Praia do Gunga.
   5.  Elogiar Graciliano Ramos, Jorge de Lima e Djavan, todos ilustres filhos da terra
   6.  Conhecer os bares e boates do bairro histórico do Jaraguá, que foi revitalizado há pouco tempo.
   7.  Dar um esbregue(bronca) se for chamado de abiscoitado(bicha).
   8.  Fazer uma refeição no povoado de pescadores de Massagueira.



8 coisas para evitar

   1.  Limitar-se às praias mais manjadas. O litoral norte fica ainda melhor depois do Sonho Verde, e o sul, depois do Gunga.
   2.  Aborrecer-se com chuva: ela não dura mais de 10 minutos.
   3.  A praia do Francês no final de semana é muito lotada, prefira esse roteiro na segunda-feira.
   4.  Falar de PC, Collor, Calheiros ou Denilma Bulhões. Político que nós orgulha é a nossa senadora: Heloísa Helena.
   5.  Rodar pelo centro da cidade, que vive engarrafado.
   6.  Impressionar-se com o assédio de gente pedindo esmolas.
   7.  Comprar estrelas do mar, conchas ou pedaços de coral, para não estimular o comércio predatório.
   8.  Tomar cuidado com os trechos da praia que são poluídos: Praia da Avenida, do Sobral.

 Guia de GASTROMONIA
                      O prazer de estar em Alagoas não se resume apenas a um delicioso banho
de mar, mas também a um mergulho nas cores e sabores das maravilhas
da culinária alagoana na qual se destaca por sua saborosa e diversificada gastronomia.
 
                  
Frutos do Mar

Os frutos do mar encabeçam o cardápio alagoana. Sua culinária de peixes, crustáceos, mariscos e moluscos, lagostas, camarões, fritada de siri, sururu, maçunim e as tradicionais peixadas com pirão e regadas ao molho de pimenta e muito leite de côco, merecem ser degustadas.


 

Comidas Típicas

As iguarias de origem indígena e africana, como tapioca, cuscuz de milho, massa puba, arroz doce, batata doce, inhame e macaxeira com carne de sol, beiju, grude de goma, pé de moleque, munguzá, canjica e pamonha costumam ser servidas nos cafés da manhã e da noite.


 

Frutas Tropicais

Manga, jaca, mangaba, abacaxi, banana e pitanga, sapoti, pinha, graviola, caju, cajá, acerola e etc... A maioria são transformadas em sucos, sorvetes e doces. Nas praias, é comum saborear um bom caldo-de-cana, água de coco, coquetel de abacaxi(feito na fruta) e batidas de frutas tropicais.


 


MASSAGUEIRA

É uma vila de pescadores de dar água na boca e ainda muito barato

      Situada no município de Marechal Deodoro, à 15 km de Maceió. Massagueira foi formada a partir de uma antiga colônia de pescadores. Banhada pela lagoa Manguaba, possui um cenário de rara beleza e tranquilidade, com seus coqueirais, canais e manguezais. Além de vários bares rústicos, à margem da lagoa, onde se degustam comidas típicas de excepcional qualidade.
      Um verdadeiro paraíso à beira da lagoa Manguaba, com vários bares rústicos, onde você se delicia com caranguejos, siris, massunins, sururus, camarões e peixes; verdadeiras iguarias da culinária alagoana. Além de deliciosos suspiros, broas e cocadas de vários sabores.
      Visite Massagueira. Pois este povoado tranquilo possui um povo simples e hospitaleiro, e maravilhosos recantos que a tornam um verdadeiro paraíso.

Mais informações: www.massagueiraonline.hpg.ig.com.br

S U R U R U

Sururu na cidade ?
Sururu de Capote, experimente e comprove!


      Curiosamente, paladares habituados à cozinha francesa optam por guisados mais rudes, como a buchada de bode acompanhada de pirão.
      Doces e compotas preparadas com frutas regionais, como carambola, araçá, mangaba e pitomba, são servidos em todo o Estado, litoral e interior.
      E, sempre que você vir o "tabuleiro de boleira", se achegue: tem rapadura à vontade.


T A P I O C A

Quer tapear a fome? Então Tapioca!

      Elas são folclórica, sorridentes e recheadas de bom-humor.
      Na areia das praias de Jatiúca, Ponta Verde ou Pajuçara.
      A chapa fica quente à espera do seu pedido. A base é a mesma: farinha de mandioca, coco ralado e o recheio depende do seu gosto: queijo de coalho, presunto, frango com catupiry, carne de sol ou pizza
      Ou as doces: de banana, castanha, amendoim, goiabada e chocolate. As tapiocas têm a cara de Maceió.


 Guia de ARTESANATO
A R T E S A N A T O

Alagoas possui um rico artesanato que, pouco a pouco, vem se tornando um dos mais procurados por sua rara beleza.

Esta expressão cultural dos alagoanos tem rendido divisas para o Estado e ajudado grandemente o crescimento e desenvolvimento do turismo.

São ensinamentos transmitido por gerações, de pais para filhos. São vários os artesanatos alagoanos formados por núcleos de produção dos quais podemos destacar alguns:

O artesanato alagoano, representado especialmente através de bordados, rendas, filés e cerâmicas e é encontrado o ano todo na Feirinha da Pajuçara, na Cheiro da Terra (Jatiúca), Pavilhão do Artesanato (Pajuçara) e no Mercado do Artesanato (centro da cidade), nas lojas do Pontal da Barra e no Shopping Iguatemi.


Filé

O principal tipo de renda genuinamente alagoana são utilizadas na confecção de colchas, toalhas, fronhas e tantos outros artigos que são encontradas.


 


Redendê e Ponto de Cruz

Trabalho artesanal praticado em Alagoas, que se realiza com linhas coloridas para fabricação de colchas, pano de mesa, saias, blusas, fronhas, toalhas.


 


Fibras

O artesanato de fibra fabrica: espanadores, cordas, cadeiras, tapetes, cintos, sandálias, forno de sela, bolsas e cestas, e haja criatividade.


 


Madeira

Imagens religiosas, esculturas de bichos da fauna alagoana e brasileira; e carrancas são os temas deste tipo de artesanato.


 


Cerâmica

Arte de transformar a argila em produtos de utilidade, decoração lúdicas é um ponto forte no artesanato alagoano.


 


Ovo de Avestruz

A iniciativa tem mostrado que é um excelente material para pinturas artísticas, luminárias esculpidas, bijuterias, utilitários, etc.


 

 Guia de COMPRAS
O QUE TRAZER ?


      Os alagoanos têm talento para o artesanato e seus produtos são do tipo 3 B: Bons, Bonitos e Baratos.

O U R I C U R I

      Ouricuri, planta que parece um coqueiro pequeno e de onde são retiradas as folhas que são colocadas ao sol até secar. O verde desaparece e da palha seca, nasce a arte.

      Confira as redes de algodão, colchas de tear, cestas e bibelôs de cerâmica. Entre as rendas, a filé sai bem mais em conta.
      As lojas de griffe mais famosas estão no Shopping Iguatemi.
      O artesanato local (cerâmica, madeira, palha, pintura e tecido) é vendido no Mercado de Artesanato (R. Melo Moraes), nas feirinhas de artesanato de Ponta Verde e da Praia de Pajuçara.
      No bairro de Pontal da Barra, reduto de pescadores, há rendeiras que fazem trabalhos maravilhosos.
      A arte de tecer com as mãos as palhas em formatos diferentes, que vão ganhando estilo próprio. É uma cena fascinante, principalmente se você for ao Pontal do Coruripe, distrito do município de Coruripe.
      Lá, os olhos assistem a um espetáculo: as mulheres - avós, mães, filhas - todas nas portas das casas trabalhando o artesanato de ouricuri. São bolsas, descansos de mesa, porta-jóias, chapéus, tapetes, pãozeiras, lixeiras, enfim, fios de palha transformando-se em arte.
      A arte das mulheres do Pontal do Coruripe já viajou para o Rio, Espírito Santo, Salvador e Milão. Tudo foi vendido. Mas não se preocupe, pois as artesãs aceitam encomendas.
      E o mais importante: é bom, bonito e barato. As peças vão de R$ 1,00 a R$ 50,00.

O N D E   E N C O N T R A R:

Núcleo Artesanal do Pontal da Barra
Mais de 80 lojas distribuídas em todo o bairro com variados trabalhos do artesanato alagoano.
Funciona diariamente das 8h às 18h30min
Pontal da Barra - Maceió


Feirinha de Artesanato da Pajuçara
Av. Antonio Gouveia, s/n, Pajuçara
Cerca de 300 barracas funcionando de 2ª a 6 ª das 16h às 22h
Sábados e feriados das 10h às 22h
Domingos das 10h às 20h


Pavilhão do Artesanato
Av. Antonio Gouveia, s/n
Praia de Pajuçara - Maceió
Horário: 10 às 22 horas, diariamente.
Diversos stands com uma variada de artesanatos.

Mercado de Artesanato de Maceió
Rua Melo Morais, 617 - Levada, Centro
81 lojas funcionando de 2ª a 6 ª das 8h às 18h
Sábados das 8h às 12h

Cheiro da Terra
Av. Álvaro de Otacílio, 2500
Praia de Jatiúca - Maceió
Horário: 10 às 22 horas, diariamente.
Diversos stands, shows diversificados e gratuitos todos os dias.

 Guia de CURIOSIDADES


Esse é o Astro!


O mascote do litoral


      Um dos maiores mamíferos do mundo, o peixe-boi adaptou-se à vida em qualquer tipo de água, doce ou salgada - mas fria, jamais.
      Ele só gosta de água quente, e Alagoas é o ponto mais ao sul do planeta todo em que ele vive.


De onde vem Alagoas e Maceió?

      Alagoas: O nome surgiu pelo fato da existência das muitas lagoas costeiras que o seu litoral apresenta; o "a" inicial é um simples fenômeno: metaplasmo de prótese.

      Maceió, surgiu do engenho de cana chamado Maçaió, que é a uma palavra de origem indígena que quer dizer "terra alagada", exatamente como os índios chamavam a foz do rio Mundaú, lentamente fechada, ao correr dos séculos.

Saiba mais sobre a história de Maceió num belíssimo trabalho que está no site:
http://www.chla.ufal.br/multireferencial/
maceio/antig.htm
Tudo por dinheiro


     Escola formal poucos têm. Mas esperteza natural sobra entre a garotada. Ao farejar um turista, alguns chegam ao requinte de abrir o papo com uma piadinha para descontrair.

Exemplo real:

- Tô vendo que a doutora não é daqui...
- É, sou de São Paulo.
- E como chama "mosquito" lá?
- Chama "mosquito" mesmo, ué.
- Pois aqui a gente não precisa chamar não. Eles vêm sozinhos.

Se você riu, não adianta fazer cara de mau depois. O garoto vai grudar em você feito SuperBonder e, em troca de um trocado, lhe contará um monte de coisas.


      Hoje, porém, não há mais que 20 peixes-boi em todo o litoral do Nordeste, segundo os estudiosos do Projeto Peixe-Boi, do Ibama, desenvolvido entre Alagoas e Pernambuco.
      Uma das unidades do projeto fica na Praia de Paripueira, no Litoral Norte, onde quatro desses mamíferos já se transformaram em mascotes dos banhistas.
      Criados em cativeiro, Astro e Lua, Aldo e Xuxu foram devolvidos ao seu ambiente natural em Paripueira, há poucos anos, não sem antes serem marcados com um radiotransmissor, para que fosse possível rastreá-los e estudar seus hábitos.
      Todo cuidado é pouco: o peixe-boi é o mamífero marinho mais ameaçado de extinção no Brasil.

Origem dos nomes dos lugares de Alagoas
ARAPIRACA(cidade): "ara" = pau + "piraca" = casca solta => Pau de casa solta

JACARECICA(bairro): "yacaré" = jacaré + "acica" = posta => Posta de jacaré
outra versão: "yacaré" = jacaré + "icica" = baba, grude => Baba do jacaré

JACUTINGA(morro): "yacu" = nome de uma ave + "tinga" = branco => Ave Branca

JARAGUÁ(bairro): "yar" = senhor + "guá" = baixada, vale => Vale do Senhor

JATIÚCA(bairro): "Y" = aquele que + "ati" = finca + "ucá" = tromba => Aquele que finca a tromba, carrapato

MANGUABA(lagoa): "aman" = chuva, nuvem + "gu" = fonte, bebedouro + "aba" = comer ou beber => Fonte de água de chuva
MARAGOGI(cidade): "ma-ra-u" = o que chupa maracujá + "gy" = rio => Rio dos Maracujás

MUNDAÚ(lagoa): "amonda" = bebedouro + "u"= ladrão => Bebedouro dos ladrões

PAJUÇARA(bairro): "pa ou paba" = lugar, estância, localidade + "juçara" = espinho => Região de Espinhos
outra versão: "pey" = fole + "uçara" = soprador => Soprador de fole

PIAÇABUÇU(cidade): "piassaba" = Palmeira cuja as folhas se faz vassoura + "açu" = grande => Vassoura Grande

PRATAGY(rio): "paraty" = tainha + "gy" = rio => Rio das Tainhas

SINIMBÚ(praça): "cynim" = camarão + "bu" = lustroso, que apresenta cor variada, camaleão => Camarão Lustroso

SURURU(comida): "çoó" = bicho miúdo + "ruru" = atolado => Bicho miúdo atolado
 Em Maceió venha passear com Qualidade, Conforto e Segurança.
 Faça já sua reserva: (82) 3231-0843 ou pelo e-mail: reservas@turismomaceio.com.br